domingo, 24 de novembro de 2013

CHORA, MENINA, CHORA....





Uma lacuna enorme
Um jogo de lenços novos,
Fotos antigas, dores agudas...
Paira sobre a noite o torturar da perda,
Rasgando-a violentamente por dentro
Exalando tristeza avassaladora pelo ar
Travesseiro encharcado de lágrimas,
Flores murchas, envenenadas, chorosas;
Maculando o sorriso barato,
Outrora, Por assim dizer,
Gratuito <até>...
Eis, entretanto, que o dia se aproxima
                                                                                    Que venha logo, que te seja generoso.

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