Algumas ponderações líricas de um jovem cientista social, cristão e, conseguintemente, inconformado com o mundo feio que o cerca. Mas, sobretudo, mui amante da beleza feminina e das coisas simples da vida.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
CONVERSANDO COM VERSOS PARTE II - O AROMA DA DOR
O aroma da dor está entranhado no vácuo poético,
Nas vicissitudes da batalha,
Na doma metódica do espírito
De um ponto estratégico;
Diluído numa dose torpe de cafeína...
Que acomoda; fere; afugenta,
Mas também esquenta e recria na pele da alma
Escamas de vida nova.
Criando sabores indeléveis de arte...
A arma do trovador, amiúde, repousa
<Em tavernas escuras da noite>
Doce e quente como o amor...
Prato insueto nas mesas de honra!
No mundo das flores que falam
Ou nas falácias bobas que florescem no mundo...
Ainda assim, os mortais se esquecem
E os eternos se calam...
E se recria o nada, sem que, via de regra,
O tudo deixe de se refazer.
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