Quando dois corpos e duas mentes se amam,
De forma alguma, entretanto, pensam no porvir,
Em verdade, nem sequer pensam...
De repente, aparecem sorrateiramente
As indesejáveis incompatibilidades
De princípios, de sonhos, de obstinações...
E entram pela portinha do ninho;
O AMOR, com ciúmes,
Ao deparar-se com tão nocivos rivais,
Pula pela janela por puro instinto de sobrevivência,
Ele não vai embora ainda, pensa até em voltar
Quando os intrusos se evadirem
Daquele ninho de amor, que é a sua casinha,
Porém, o clima frio do mundo externo,
Ele volta, mas dificilmente sobreviverá,
Porque a chaga mortal da frieza já o atingiu;
Então, corpos e mentes padecerão por muito tempo...
Até que um novo AMOR - salutar - se achegue para ocupá-los
E preenchê-los com cumplicidade amorosa
Ou mesmo para renovar o ciclo de sofrimentos.


Que horror!!! parece até q todo amor está fadado a isso!! rsrs
ResponderExcluirEsse "amor" de inicio,na realidade é uma artimanha de Deus para unir as pessoas que precisam completar algo em uma outra completamente diferente dela.Ele nos cega e nos deixa bobo. Só os corajosos conseguem perceber que a grande jogada está em amar alguém depois disso tudo...qdo sabemos que amar significa aceitar o errado do outro,pq o certo qualquer um aceita..bjs